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Sobre a Clínica Psicanalítica: a lenta demolição do supereu hostil em análise

O artigo problematiza a posição do analista na clínica ao dialogar a concepção de manejo da transferência para Freud apresentada em Esboço de Psicanálise com o percurso teórico-clínico de Ferenczi e Winnicott. A concepção de final de análise e a análise pelo jogo, em Ferenczi, atrelada ao brincar e à destruição-sobrevivência do analista, em Winnicott, demonstram o delineamento de diferentes lugares ocupados pelo analista na clínica e permitem esboçar relações entre o espaço lúdico de destruição e criação e a lenta demolição do superego hostil em análise.

Revista de Psicanálise Sig

No artigo recém publicado na edição n. 5 da Sig Revista de Psicanálise, Priscila Frehse e Daniel Kupermann problematizam a posição do analista na clínica ao dialogar a concepção de manejo da transferência para Freud apresentada em Esboço de Psicanálise com o percurso teórico-clínico de Ferenczi e Winnicott.  A concepção de final de análise e a análise pelo jogo, em Ferenczi, atrelada ao brincar e à destruição-sobrevivência do analista, em Winnicott, demonstram o delineamento de diferentes lugares ocupados pelo analista na clínica e permitem esboçar relações entre o espaço lúdico de destruição e criação e   a lenta demolição do superego hostil em análise. Leia o texto completo aqui.

PEREIRA-ROBERT, P.F.P. ; KUPERMANN, D. A lenta demolição do superego hostil: articulações entre Freud, Ferenczi e Winnicott a partir de Esboço de Psicanálise.
SIG: Revista de Psicanálise, v. 3, p. 13-21, 2014.